TRANSFERÊNCIA EMBRIONÁRIA

Para se ter bons embriões,eles começam a ser “cultivados“ desde o processo de estimulação ovariana, no controle ultrassonográfico (em que é observado como os folículos se desenvolvem e quantos são), na coleta dos oócitos e sua separação para saber quais irão ser injetados, na fertilização, na incubadora com seus meios de cultura, temperaturas controladas, níveis de CO2 e finalmente no acompanhamento do processo de divisão celular, após sua fertilização. Existem vários critérios de escolha para se eleger quais os melhores embriões a serem transferidos, ou seja, quais embriões têm maior potencial de implantação no útero materno.

A transferência embrionária é um procedimento muito simples, porém essencial para o tratamento: a paciente é colocada em posição ginecológica na Sala de Transferência próxima ao Laboratório de Embriologia onde se encontram os embriões. Este procedimento se parece muito com o exame ginecológico simples, sem sedação ou outro procedimento complicado.Os embriões, então, são colocados pela Embriologista em um cateter especial que é imediatamente entregue ao Médico para ser introduzido no útero da paciente. Este procedimento é realizado com monitoramento ultrasonográficatransabdominal para correto posicionamento do cateter. Após a transferência a paciente deve fica em repouso por cerca de vinte minutos.

Após 14 dias da transferência dos embriões, a paciente realiza o teste de gravidez (β-hCG quantitativo). Quando positiva, por volta de duas a três semanas após a transferência dos embriões, a paciente realizará o primeiro exame ultra-som da gestação para visualização do saco gestacional.

Mesmo tendo conhecimento de todo os processos ainda restam muitos pontos a serem descobertos, para que as taxas de gravidez no futuro se tornem próximas a 100%. Para isso, diversos estudos e tecnologias têm surgido, aumentando pouco a pouco essas taxas e a esperança de inúmeros casais.

 

 

 

 

    

 

                           

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